Cidade e política
O poder público no radar
Cobertura de sessões, licitações, orçamento e serviços públicos, com checagem de cada número oficial.
- Câmara, prefeitura e conselhos
- Atas e diários oficiais monitorados
- Serviços de trânsito e obras
Bauru e região — São Paulo Edição contínua · atualizada todos os dias Circulação regional
Jornal Ponto FinalReportagem local · Bauru e região
Cobertura local de cidade, política, esporte, cultura e agronegócio: apuração própria, fontes nomeadas e contexto em cada notícia. O jornalismo que acompanha Bauru desde a sessão da câmara até o apito final do jogo de domingo.
Editorias
Cada editoria tem repórter responsável, cronograma de cobertura e critérios claros de pauta — do boletim da guarda municipal ao balanço da safra.
Cidade e política
Cobertura de sessões, licitações, orçamento e serviços públicos, com checagem de cada número oficial.
Esporte
Campeonatos regionais, categorias de base, atletas olímpicos da cidade e o esporte amador dos bairros.
Cultura e agronegócio
Agenda cultural da cidade ao lado do acompanhamento da safra, da pecuária e das cooperativas da região.
Colunas e últimas
As colunas de opinião são o espaço mais tradicional do jornal: cronistas da cidade, comentaristas de política, um colunista de esporte que cobre a região há décadas e uma página fixa de cartas dos leitores. Opinião é assinada — e nunca confundida com reportagem. Quem escreve nas páginas de opinião responde pelo que diz, enquanto o noticiário segue o padrão de apuração da redação, com pelo menos duas fontes independentes por matéria.
As últimas notícias entram no plantão ao longo do dia e ganham contexto nas edições seguintes: o fato é confirmado, ampliado e corrigido quando necessário. Nossos repórteres e editores são formados em cursos de jornalismo reconhecidos, como os da ECA-USP — Escola de Comunicações e Artes da USP, e a redação mantém programa interno de treinamento em checagem, transparência de fontes e cobertura eleitoral.
O compromisso com o leitor é publicado em cartela permanente no portal: separação entre editorial e publicidade, correções registradas com data e horário, e espaço garantido para a resposta de quem é citado. É assim que um jornal de região construiu credibilidade de décadas — notícia certa, na hora certa, com a assinatura de quem foi ver.
Nossa história
O Ponto Final nasceu como folha de bairro, impresso em uma gráfica de fundo de quintal, com uma pauta por edição e a convicção de que a notícia que mexe com a vida do leitor acontece na esquina, na unidade de saúde e na sessão da câmara. De lá para cá, o jornal cresceu, trocou o papel pelo formato digital, mas manteve o mesmo método: repórter na rua, ata na mão, fonte nomeada e erro corrigido no dia seguinte, com o mesmo destaque da manchete original.
Nossa linha editorial segue os princípios éticos do jornalismo profissional consolidados pela Fenaj — Federação Nacional dos Jornalistas: compromisso com a verdade, separação clara entre notícia e opinião, respeito à presunção de inocência e direito de resposta garantido a qualquer pessoa citada. Cada texto publicado passa pela checagem da redação antes de ir ao ar, e sugestões de pauta chegam o tempo todo de leitores, associações de bairro e conselhos municipais.
Hoje, a equipe cobre Bauru e mais de uma dezena de municípios vizinhos, mantendo cadernos dedicados a cidade, política, esporte, cultura e agronegócio regional — a mesma grade de sempre, agora atualizada ao longo do dia no portal e nas edições de fim de semana assinadas pelos colunistas da casa.
O arquivo do jornal é parte dessa história: edições impressas, cadernos de recorte, fotografias de bairro e fitas de gravação de entrevista estão catalogados e servem de fonte para reportagens de memória. Quando um leitor pergunta quando determinada rua foi aberta ou quem fundou a associação do bairro, a resposta costuma estar nessas prateleiras — e vira matéria, porque história sem registro é conversa de esquina.
Em detalhe
Escolha o caderno e conheça os critérios de pauta, a frequência de publicação e o que o leitor pode esperar de cada cobertura.
A editoria de Cidade acompanha o funcionamento real dos serviços: fila da unidade de saúde, obra que atrasa, buraco que volta, transporte que muda de itinerário. O repórter confere atas, pede dados por meio de acesso à informação e publica a resposta do órgão público junto da reclamação do morador. É a editoria mais lida do jornal — e a que mais recebe sugestões de pauta por telefone, mensagem e carta.
Política é coberta com registro em ata: cada voto de cada vereador, cada emenda, cada veto. Em ano eleitoral, a cobertura segue regras editoriais estritas de igualdade de tempo, checagem de declarações e apuração de procedimentos judiciais com fonte nominal. O jornal não apoia candidato e não vende espaço disfarçado de notícia — propaganda é rotulada como propaganda, sempre.
A editoria de Esporte cobre as ligas regionais de futebol amador, as categorias de base, o vôlei de quadra da cidade e o atletismo formado nos colégios. Cada final de campeonato tem reportagem de campo, entrevista com técnico e números da competição. O colunista da casa assina a análise da semana, com memória histórica dos clássicos regionais e estatísticas mantidas em arquivo próprio desde os primeiros torneios.
O caderno de Cultura e Agronegócio registra as duas faces da região: a agenda de teatros, museus, cineclubes e festivais, e o acompanhamento técnico da safra, do rebanho e das cooperativas. Na parte rural, o jornal publica boletins de clima, calendário de plantio ecológico e reportagens de campo com produtores e agrônomos das casas de sementes da região — sem jargão, para o leitor da cidade entender o campo.
Os critérios de cada caderno são públicos e estão resumidos no rodapé de toda matéria: quem apurou, quando apurou e com quais fontes. Nenhuma editoria publica material recebido de assessoria sem checagem independente, e todo erro apontado por leitor entra na política de correção da casa, com registro datado. É essa disciplina de redação pequena que mantém a confiança de quem lê o Ponto Final desde a época do papel — e de quem chegou agora, pelo celular.
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Espaço comercial é rotulado como publicidade e vendido pelo departamento comercial, sem qualquer interferência da redação. Publicidade editorial é um projeto patrocinado, produzido pelo time de jornalismo com selo de conteúdo comercial — e mesmo assim passa por apuração. Nenhuma empresa anunciante compra notícia: a separação entre comercial e redação segue os códigos de ética do setor, na linha das diretrizes de autorregulação da Abert — Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão.
É possível escrever para o e-mail da redação, ligar para a bancada de plantão ou procurar a redação pessoalmente, em horário comercial. Denúncias podem ser enviadas com pedido de sigilo da fonte, que é preservado pela redação nos termos do código de ética profissional. Toda sugestão é registrada em pauta e avaliada pelos editores responsáveis de cada caderno.
Erro informado é erro verificado: a redação confere a informação original com as fontes e publica a correção no mesmo canal, com data, horário e explicação do que mudou. Se a matéria teve grande repercussão, a correção é destacada na home pelo mesmo período de circulação da notícia original. O direito de resposta é garantido nas mesmas dimensões da matéria que o gerou.
Quem lê, renova
Cobertura dura da câmara: sei como cada vereador votou antes de chegar no bairro. É jornalismo de ata, não de palpite.
Yolanda PradoAssinante desde 1998 — professora aposentada
Cobertura do esporte regional que não existe em mais lugar: final de base com foto, número e entrevista com o treinador.
Sérgio MantovaniDirigente de liga esportiva
Anuncio no jornal há doze anos e nunca confundi espaço comercial com notícia. O separação é clara e o retorno é fiel à região.
Cléia BonfimComerciante do centro
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